sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Beyond the verb to be

    

     Para ir além do básico, o profissional de informação deve saber, pelo menos, uma língua estrangeira. A professora de inglês Sheila Silveira dá dicas de como ir além do arroz-com-feijão no inglês.


    É evidente que estando em plena era tecnológica, travamos uma luta diária para ao menos tentar nos manter atualizados sobre as novidades da área da informática. Podemos inclusive dizer que a tecnologia é hoje ferramenta vital para o bom desenvolvimento das mais diversas atividades. Para o profissional em biblioteconomia não poderia ser diferente, afinal estamos também inclusos neste grupo de profissionais que é praticamente escravo das facilidades, recursos e comodidade por ela oferecidos.

    Como agentes tratadores da informação, é de suma importância que saibamos lidar com essas ferramentas, entretanto, por diversas vezes esbarramos em obstáculos que dificultam o trabalho. Uma das barreiras encontradas é a dificuldade em lidar com outros idiomas. Claro que não precisamos quebrar a marca do senhor gaúcho Carlos Freire, que fala mais de 129 idiomas. Mas é recomendável que se tenha conhecimento, mesmo que básico, nos principais idiomas que dominam o mundo empresarial. “Conhecer e estudar cientificamente não quer dizer ter fluência. É preciso praticá-lo frequentemente”, afirma o professor de 80 anos.

     Indubitavelmente, o inglês tornou-se uma língua universal e é pré-requisito para ingressar em diversas empresas. O espanhol também vem se tornando uma exigência. O que  justifica essa dupla de idiomas ser a mais procurada em escolas especializadas. Ao profissional bibliotecário é importante o contato com línguas estrangeiras devido à quantidade e riqueza de materiais da área nos mais diversos idiomas. Muitas vezes o uso de um dicionário não se mostra de todo eficaz, gerando uma tradução pobre e não propiciando o pleno aproveitamento do conteúdo do material. Além disso, mais do que apenas entender, é interessante e importante que se adquira prática em outras habilidades com relação a qualquer idioma. É importante que se consiga falar, escrever, compreender e ler bem o idioma estudado, afinal, mais do que uma ferramenta de trabalho, o aprendizado de uma língua estrangeira enriquece o aluno em aspectos culturais, além de ajudar a aumentar o vocabulário, visto que ao longo de seus estudos aprenderá vocábulos que muitas vezes nem mesmo em português eram de seu conhecimento.

      Sabemos também que o investimento no estudo de idiomas é demasiado caro. É necessário dispor de tempo e dinheiro e isso, muitas vezes, nos falta. O fato é que, para se iniciar os estudos, é necessário primeiramente descobrir o idioma que mais lhe agrada e ter realmente vontade e disciplina, pois nenhum estudo será plenamente satisfatório se a vontade não partir inicialmente de si mesmo. As saídas para se alcançar isso são as mais diversas possíveis, além das escolas de idiomas, muitos optam por terem aulas particulares ou estudar por conta própria com livros ou apostilas, além dos recursos online, como blogs e cursos
gratuitos à distância. É hora, portanto, de ir além do verbo to be. Fazer da experiência de aprendizado o álibi forte para conquistar desenvolvimento, aprimoramento e crescimento profissionais.


 


Sheila Silveira Professora de inglês 
e aluna do 3º semestre noturno da FaBCI

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