domingo, outubro 04, 2015

Coluna: Onde estão os Bibliotecários? Por Grazielli de Moraes

Edson Alves Feitosa, 43 anos e formado em 2006 pela FESPSP, e pós-graduado em Gestão em Arte pelo SENAC, considera a Biblioteconomia uma profissão contribuinte para o desenvolvimento do país.
“Através da FESP tive a oportunidade de conhecer profissionais que contribuíram na minha formação profissional que hoje tenho como referência...”.

Lançamento do Programa Recode em Bibliotecas São Paulo/SP - Edson, Tânia Callegaro e Valéria Valls
Atualmente trabalha no Rio de Janeiro no Comitê para a Democratização da Informática (CDI) – organização social voltada ao uso da tecnologia para transformação social, empoderando comunidades e estimulando o empreendedorismo , a educação e a cidadania.


 “Por meio de 842 espaços de empoderamento digital, a Rede CDI está presente em 15 países no mundo (Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, México, Portugal, Venezuela, País de Gales, Irlanda, Escócia, Polônia, Romênia e Letônia) e impactou até hoje mais de 1,64 milhão de vidas. Essa Rede Global é coordenada e acompanhada por 24 escritórios regionais e Internacionais, estendendo-se aos lugares mais remotos do Brasil e da América Latina, beneficiando pessoas de diferentes faixas etárias, culturas, raças e etnias.”

É coordenador do Programa Recorde em Bibliotecas que atua diretamente junto a 50 bibliotecas públicas municipais e estaduais localizadas em 17 estados e 46 cidades nas 5 regiões do Brasil, utiliza a metodologia baseada nas propostas do educador brasileiro Paulo Freire projetadas para capacitar os bibliotecários como “agentes de transformação” das bibliotecas e contribuir para reprogramar suas vidas e comunidades.


“O Programa conta com patrocínio da The Bill & Melinda Gates Foundation (BMGF) e apoio do Sistema Nacional das Bibliotecas Públicas (SNBP) - Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) do Ministério da Cultura (MinC).

Tendo como objetivos:

  • Fomentar a criação de um ambiente de inovação nas bibliotecas; 
  • Contribuir na formação dos bibliotecários e profissionais para maior integração de tecnologia em suas atividades; 
  • Cocriar novas práticas do uso da tecnologia para o acesso à informação e melhoria na qualidade de vida da comunidade; 
  • Estimular a liderança nos bibliotecários para aprimorar o engajamento da comunidade; 
  • Colaborar para ampliar a relevância das bibliotecas em suas comunidades, gerando histórias de sucesso; 
  • Criar redes de colaboração e empoderamento entre bibliotecários, comunidades e poder público.”.
Edson menciona que ainda é preciso de bibliotecários engajados em serem líderes e agentes de mudança, e não esqueceu de deixar um recado aos novos “navegantes”:

“Futuros Bibliotecários, vamos contribuir para reprogramar o mundo através da Biblioteconomia.”
As entrevistas desta coluna são elaboradas pela Bibliotecária e ex-aluna da FaBCI - FESPSP Grazielli de Moraes.

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