domingo, março 27, 2016

Encontro SBGC – Gestão do Conhecimento e Informação



No dia 30 de março, quarta-feira, a FESPSP receberá o Encontro SBGC – Gestão do Conhecimento e da Informação. Confira abaixo a programação:


8h00 - Inscrição


8h40 - Abertura


9h00 - Painel 1 – Trajetória do Profissional da Informação na área de Gestão do Conhecimento, com Ana Lúcia Maida (Johnson & Johnson) e Tayane Cristina Mattera Souza (Petrobras)


10h00 - Coffee break


10h30 - Painel 2 – Perfil do Profissional da Gestão Informação e da Gestão do Conhecimento, com Danielle Thiago Ferreira (UNICAMP) e André Saito (SBGC)


13h00 - Encerramento



O evento é gratuito e as inscrições encerram no dia 28 de março. Mais informações no site da SBGC. Participem!

PEC: Bibliotecas Amigos do Bem

No dia 31 de março, quinta-feira, das 17h30 às 19h, haverá um Programa de Extensão Curricular intitulado "Bibliotecas Amigos do Bem", ministrado por Conceição de Maria do Ó Medeiros, responsável pelo acervo do Centro de Incentivo à Leitura Luís de Camões. O evento ocorrerá na FESPSP, sala 65. 


Coluna: Onde Estão os Bibliotecários? Por Grazielli de Moraes

Oi gente, a coluna “Onde estão os Bibliotecários” está de volta! Espero que gostem dos bibliotecários que trarei esse ano. Aproveito para convidá-los a curtir nossa página no Facebook, e caso tenha algum bibliotecário pra indicar nos mande um e-mail.

Pra iniciar a coluna esse ano, trazemos uma entrevista com a bibliotecária Isabel Ayres Maringelli, 46 anos e formada pela FESPSP- FaBCI em 1993, com MBA em Bens Culturais pela FGV – SP, e atualmente está finalizando um mestrado acadêmico em Ciência da Informação na ECA-USP, com foco na representação descritiva de arquivos, bibliotecas e museus.

Isabel Ayres Maringelli na Biblioteca Walter Wey

Biblioteconomia... uma disciplina fascinante que permite ampliar nossa visão de mundo, pois nosso contato com a informação vai além da experiência que o público de outras áreas tem. Nós sempre pensamos na informação registrada, organizada, e é muito interessante e rico perceber o papel que ela tem na vida social. Isso passa desapercebido no dia-a-dia, pois com a quantidade informações disponíveis nos veículos de comunicação, nem sempre as pessoas se dão conta do que está sendo construído a partir disso.

Já ministrou no curso de extensão em Museologia e Ciência da Informação, da FESPSP, no ano passado e atualmente é coordenadora do Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Tem sido um privilégio poder lidar com materiais tão diversos, pois o Cedoc abrange a Biblioteca Walter Wey e o Arquivo Institucional, além de termos diversos Fundos Pessoais em nosso acervo. Os desafios são imensos, pois de um lado temos procedimentos da Biblioteconomia, e do outro procedimentos da Arquivística, sem contar o acervo que compõe a memória da Pinacoteca -  e todos devem ser respeitados. Tem sido um grande aprendizado que tem trazido resultados gratificantes. As Bibliotecas Especializadas, mais especificamente as bibliotecas de museu, não são muito abordadas na literatura em língua portuguesa. Nesse contexto, sinto que há uma lacuna de pesquisa na área, pois algumas práticas acabam se consolidando de forma isolada em cada instituição. Seria importante estabelecer o diálogo e um espaço para reflexão onde as ideias pudessem ser compartilhadas. Trata-se de terreno muito propício ao trabalho e discussões interdisciplinares, o que já uma característica natural na Museologia.”

Ela demonstra grande carinho pela FESPSP por ser a escola onde se formou que lhe trouxe vários amigos, que permanecem até hoje. Além disso, disse acompanhar toda a programação e eventos da FESPSP, e sempre que possível participa.

Isabel acredita que a Biblioteconomia é uma área em pleno crescimento, no entanto, no Brasil poderia ter mais especializações, já que dependendo da área que o profissional queira seguir, a formação generalista nem sempre dá conta. O mais importante para ela, contudo, é que o profissional tenha afinidade para que se dedique, independente da área em que atue. Além disso, vê uma grande oportunidade de crescimento e valorização do profissional a longo prazo, ainda mais aqueles que souberem ampliar sua gama de conhecimentos.

Da minha parte posso dizer que a Biblioteconomia, é uma área apaixonante. Apaixone-se!

Relato sobre o Seminário Internacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas


Por: Profª Adriana de Souza
Na manhã do dia 02/03, segundo dia do evento, teve início a Mesa 3 - Desafios para Programações Acessíveis em Bibliotecas na qual os convidados comentaram sobre formas de propiciar diversidade de materiais para pessoas com necessidades. 

A convidada Maria de Lourdes López López (Vice-presidente do Programa Iberoamericano de Bibliotecas Públicas) comentou sobre o Programa Iberoamericano - Iberbibliotecas, que visa promover o acesso livre e gratuito à leitura para todos os cidadãos. O programa conta com a participação de oito países: Espanha, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Paraguai, além de duas cidades: Bogotá e Medelín. Em 2013, o estado do Ceará participou como convidado. 

Representantes de algumas regiões do Projeto Acessibilidade em Bibliotecas Públicas relataram suas experiências no atendimento a portadores de necessidades especiais em suas unidades de bibliotecas, mencionando os seguintes equipamentos e recursos disponíveis a esse público:

1) México
Há instalações especiais para deficientes visuais e auditivos; localização das bibliotecas em andares térreos, com acesso direto a partir da rua; rampas com corrimões; pisos táteis; corredores amplos para circulação de cadeiras de rodas ou muletas; cursos de capacitação para as equipes de bibliotecas; acesso ao acervo em Braille e audiolivros; mobiliário ergonômico; uso de piso guia na área de tratamento de materiais.

2) São Paulo
Miro Nalles mencionou 70 ações inclusivas com a Prefeitura de São Paulo para Bibliotecas Públicas e comentou sobre o desafio de realizar programações culturais acessíveis nas bibliotecas. Há um compromisso em conseguir 100% de bibliotecas acessíveis em São Paulo, mas, segundo ele, estamos longe disso; há apenas 53%. Nalles enfatizou que não adianta ter o equipamento acessível se o entorno não está, ou seja, se o portador de necessidades especias não consegue chegar ao local (devido ao mau estado das calçadas, dos meios de transporte, etc.). É preciso pesquisar o que há no entorno. Todas as bibliotecas têm audiolivros e acervo Braille, distribuídos nas bibliotecas pela Fundação Dorina Nowill e uma pequena produção do Centro Cultural São Paulo. Está sendo articulada uma Política de Desenvolvimento de Coleções para esse público, com foco na inclusão de materiais acessíveis. O acervo Braille consta nas regiões Norte, Oeste, Leste 1 e 2 e Sul. Comentou ainda sobre a necessidade de habilitar pessoas para operarem os equipamentos de acessibilidade, além da capacitação e sensibilização de funcionários para o atendimento desse público, algumas ações foram feitas: 40% dos funcionários da rede participaram dessa ação, foi feito um mapeamento das pessoas com deficiências na cidade de São Paulo. Projetos do Centro Cultural São Paulo: a) Biblioteca de Culturas Surdas (libras, obras raras, eventos etc); b) Biblioteca Braille.

Há a Lei 16.333 de 18 de dezembro de 2015 que institui o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB), sancionada pelo Prefeito Haddad. O Artigo 3º  institui em seus parágrafos: 
VI - a garantia da acessibilidade ao livro, à leitura, à literatura e aos espaços a eles dedicados, em todas as suas acepções: atitudinal, arquitetônica, comunicacional, instrumental, metodológica e programática;
VII - a consideração da pessoa com deficiência em todas as atividades desenvolvidas.
A biblioteca pública é uma organização estabelecida, apoiada e financiada pela comunidade, seja através de uma autoridade ou organismo local, regional ou nacional, ou qualquer outra forma organização coletiva. Fornece acesso ao conhecimento, informação e obras da imaginação através de uma série de recursos e serviços e está disponível para todos os membros da comunidade da mesma forma, independentemente da sua raça, nacionalidade, idade, sexo, religião, língua, deficiência, situação econômica e de emprego e nível educacional.
3) Minas Gerais
Tem curso para catalogadores sobre Braille, sendo que esse setor da biblioteca tem 50 anos de existência; capacitação para gestores; curso de libras; rede de leitura inclusiva; acessibilidade.

4) Maranhão
A gestão da biblioteca trabalha para serem referência em biblioteca pública assistida. Há sessão de cinema com recursos de acessibilidade, entre outros.

5) Bahia
No setor Braille, a biblioteca é considerada referência pela estrutura física e programas culturais. Há um grupo voluntário de copistas e ledores, mais de 40 anos, com plantões diários que gravam a leitura e leem, realizam empréstimos de máquinas Braille.

A biblioteca pública é uma organização estabelecida, apoiada e financiada pela comunidade, seja através de uma autoridade ou organismo local, regional ou nacional, ou qualquer outra forma organização coletiva. Fornece acesso ao conhecimento, informação e obras da imaginação através de uma série de recursos e serviços e está disponível para todos os membros da comunidade da mesma forma, independentemente da sua raça, nacionalidade, idade, sexo, religião, língua, deficiência, situação econômica e de emprego e nível educacional.
O mediador da mesa, Naziberto Lopes de Oliveira (Coordenador do Movimento pelo Livro e Leitura Acessíveis no Brasil - MOLLA), fez alguns apontamentos importantes:

"Acessibilidade é para todos, principalmente com a idade".
"A acessibilidade deve ser um convite, não uma convocação".
"Não subestime o deficiente, ele sabe como manusear os equipamentos".
"Não se pode segregar o acesso e o deficiente. Deve ser biblioteca para todos, atendendo qualquer tipo de deficiência. Não se pode ter apenas um único local de acesso para um único deficiente".
Para saber mais sobre o primeiro dia do seminário, basta clicar aqui.

domingo, março 20, 2016

Relatos da Semana de Biblioteconomia

Continuando com os relatos da Semana de Biblioteconomia na FESPSP, a aluna Daniela de Oliveira Correia enviou um depoimento sobre a sua participação na palestra “O Menino e o Mundo : uma animação brasileira no Oscar”. Confira abaixo:


O Menino e o Mundo: uma animação brasileira no Oscar

Por: Daniela de Oliveira Correia


Palestra no período noturno
Ainda na semana dedicada a palestras por conta das comemorações do “Dia do Bibliotecário” na FESPSP, tivemos nos dias 07 e 09 de março (noturno e matutino respectivamente), apresentações sobre o filme “O menino e o mundo”. 

Toda a organização da palestra foi feita pela Professora Maria Rosa Crespo, que fez o convite para alunos do 3º Semestre da FaBCI de ambos os períodos, para colaborar nas pesquisas acerca do filme e apresentar em conjunto o resultado obtido.

Os alunos foram: Marcus Vinicius Aloísio Vieira (matutino), Ana Beatriz Cristaldo Mendes, Fernanda de Paula e eu, Daniela de Oliveira Correia (noturno). Contou-se ainda com a participação do convidado Alailson de Melo Brito, que cursa Animação no SENAC-SP. 

Cada integrante do grupo ficou responsável por pesquisar e, posteriormente, apresentar um determinado aspecto relacionado ao filme. De início tivemos a apresentação feita pela Professora Maria Rosa dando às boas vindas e contextualizando o tema abordado. Logo o Marcus Vinicius tratou sobre toda a equipe técnica, desse filme de Alê Abreu e algumas curiosidades sobre o filme. 

Em seguida o Alailson trouxe todas as informações técnicas que envolvem a criação de uma animação, os vários estilos utilizados no filme, que de início seria um documentário, e toda a crítica que está arraigada nas diversas simbologias que o filme traz, através do olhar de um profissional da área com um relato bem próximo de como o autor desenvolveu cada quadro e o que ele quis passar com sua obra. 

Uma discussão levantada neste momento foi sobre a indústria Cinematográfica, tanto a brasileira como e internacional. Os pontos levantados foram de como, no caso dos vários prêmios que o filme ganhou e da incrível indicação ao Oscar deste ano, os filmes brasileiros que são amplamente divulgados e que chegam às grandes massas, são majoritariamente do grupo “Globo Filmes”, fazendo com que em nosso país que é reconhecido internacionalmente por sua qualidade e inovação na área cinematográfica, seja restrito a determinados produtos em detrimento de várias produções de alta qualidade que são “engolidas” por esse monopólio e ainda enfrentam o preconceito dos brasileiros que acreditam que filme nacional é ruim e ponto.

Palestra no período matutino
Neste momento apresenta-se a Trilha Sonora do filme a qual eu pesquisei. Exponho os dois principais compositores da trilha (Gustavo Kurlat e Rubem Feffer) e todos os artistas convidados para interpretarem que foram Naná Vasconcelos, Barbatuques, GEM (Grupo Experimental de Música) e Emicida, compositor e intérprete da música tema do “Menino”, “Aos olhos de uma criança”. Foi feita uma apresentação de cada artista (breve histórico e suas características musicais), fotos e alguns vídeos com making off das gravações. Aqui foi colocada a dificuldade em conseguir material para a pesquisa (o que foi uma constante com todos os participantes), mesmo se tratando de um assunto tão atual e com a visibilidade pontual do Oscar, ou seja, um grande paradoxo, tendo a maior parte das pesquisas sendo feita através de blogs e algumas notícias ainda somente encontradas em sites internacionais.

Em seguida tivemos a apresentação da Fernanda de Paula falando sobre os números do filme, quantos expectadores no Brasil e fora (no Brasil 35 mil e só na França mais de 120 mil expectadores, números antes da indicação ao Oscar, mesmo assim levando a uma reflexão de como foi muito mais aceito e divulgado no exterior), todas as premiações que recebeu e os países em que foi lançado (mais de 80 países). 

Teve-se então a fala da Ana Beatriz com relação às inspirações para os cenários (em obras de Paul Klee e Joan Miró), o fato de todos os diálogos serem de português invertido (não tendo realmente como entender o que as personagens falam), o filme é entendido por todas as simbologias, músicas e expressões e o fato de que “Ele é um menino simbólico, universal. Ele poderia ser um menino de qualquer cidade grande. Ele representa a força de renascimento das coisas, a esperança, a crença. É um menino muito universal”, segundo Alê Abreu.

Imagem de divulgação do filme

Como última parte da palestra, a Professora Maria Rosa trouxe uma bela reflexão sobre como lidamos com as crianças atualmente, como muitas coisas são infantilizadas e distorcidas para que as crianças sejam “preservadas” e não percam sua “inocência”. Como base utilizou o livro “Bruxa, bruxa venha à minha festa”, da autora Arden Druce e ilustrações de Pat Ludlow que demonstra como é possível e até necessário ter uma comunicação mais clara e real com as crianças, pois elas entendem e por conviverem e estarem à mercê de todo tipo de informação, ainda mais nos dias de hoje, essa comunicação tem que ser repensada.

No debate que se seguiu, muitas contribuições foram feitas e trouxeram aspectos muito positivos e várias reflexões sobre os temas abordados, tendo sido um espaço de troca muito proveitoso. Entre os principais temas ressaltam-se o fato de grandes produções como “Divertidamente”, por toda sua tecnologia e investimentos, sempre estarem à frente de produções menores, mesmo que estas tenham grande teor significativo; como todo esse lúdico, do que se julga natural para as animações, cativa as crianças e como os bibliotecários, os profissionais da Informação têm a missão de pesquisar a fundo e ir além do óbvio e superficial, para que, mesmo em uma análise modesta de um filme, se traga a tona discussões e reflexões profundas e a extração de vários fatos com grande valor como o exemplo de “O menino e o mundo”, que ultrapassa uma animação e ganha status de uma crítica social e política, onde tudo se relaciona (escolha dos intérpretes para a trilha sonora, símbolos ilustrados...) e tem um por que!

Para encerrar temos o depoimento da professora Maria Rosa sobre o trabalho desenvolvido: "Foi ótimo trabalhar com essa equipe de alunos tão motivada e que fez um trabalho tão bacana. Eu tinha visto “O menino e o mundo”, mas não tinha percebido uma porção de coisas que foram apresentadas e foram esclarecidas. Vou propor novos desafios para essa turminha. Gostei!".

Programa de Tutoria Voluntária


O que é a Tutoria Voluntária?

O programa de tutoria voluntária propõe que alunos do terceiro ao sexto semestre, além de ex-alunos, ofereçam auxílio aos alunos ingressantes que desejem ser tutorados, para que eles se integrem melhor as disciplinas e as exigências do curso. A contribuição pode se dar por meio da apresentação das disciplinas, de documentos necessários ao longo da graduação (programas de disciplina, relatórios de atividades complementares, relatórios de estágio etc.), além de dicas de organização, gestão de tempo, entre outras. 



Segundo as diretrizes do programa, os objetivos da Tutoria Voluntária são:

- contribuir para organizar e planejar a atividade de aprendizagem do aluno no curso;
- atender as necessidades de aprendizagem do aluno;
- contribuir para a valorização do aluno perante si mesmo, seus colegas e os professores gerando autoconfiança e estímulos ao conhecimento;
- favorecer a interação do aluno com colegas e professores;
- estimular a autonomia no estudo, promovendo a apropriação pelo aluno de estratégias adequadas de aprendizagem.


Caso deseje saber mais sobre a Tutoria Voluntária basta dar uma olhada nas diretrizes do programa. Lá constam os deveres do tutor, do tutorado, entre outras informações. Para participar ­­é só entrar em contato com a coordenadora do curso.

Nova gestão do Centro Acadêmico Rubens Borba de Moraes



Temos oficialmente uma nova gestão no Centro Acadêmico Rubens Borba de Moraes! A chapa Ex-Libris foi eleita no último dia 10 de março, com 80 votos. No total foram 109 alunos votantes, conforme a ata da Comissão Eleitoral.

Um dos folhetos de divulgação da chapa, na época das eleições, com os integrantes da gestão

Segue abaixo a nova diretoria do C.A.:

Coordenadoria Geral 
Presidente: Thiago Asperti Mendes (3º sem. matutino)
Vice-Presidente: Gabriel Justino de Souza (3º sem. noturno)

Coordenadoria Financeira
Bruna Carolina Gomes de Oliveira (6º sem. matutino)
Thiago Asperti Mendes (3º sem. matutino)
Gabriel Justino de Souza (3º sem. noturno)

Coordenadoria de Documentação
Regiane Aparecida Correia Melo (3º sem. matutino)
Julia Alves dos Santos (3º sem. noturno)
Beatriz Santos Pereira (1º sem. matutino)

Coordenadoria de Comunicação
Maria Vitória Santos Gonçalves (3º sem. matutino)
Tamine Bueno Perondi (1º sem. noturno)
André de Oliveira Pontes de Souza (1º sem. noturno)

Coordenadoria Eventos
Marina Luiza Maschietto (1º sem. noturno)
Marieta Rodrigues Brecht (3º sem. matutino)
Rebecca Christine Victorino Barbosa (1º sem. matutino)

Conselho
Marcus Vinicius Aloísio Vieira (3º sem. matutino)

Na sexta-feira, dia 18, o diretor acadêmico, Aldo Fornazieri, realizou a entrega simbólica das chaves do novo espaço destinado aos Centros Acadêmicos Rubens Borba de Moraes e Florestan Fernandes aos representantes das gestões Ex Libris e Dandara.

Representantes do CA Rubens Borba de Moraes e do CA Florestan Fernandes dentro do novo espaço

domingo, março 13, 2016

PEC: ABNT - uma experiência de negócio



No dia 17 de março, quinta-feira, das 11h30 às 13h, haverá um Programa de Extensão Curricular intitulado "ABNT: uma experiência de negócio", ministrado por Lilian Moraes, da Fluir Textos. O evento ocorrerá na FESPSP, sala 64. 

#PorqueEscolhiBiblio





A intenção da série #PorqueEscolhiBiblio é mostrar que os alunos da FaBCI-FESPSP tem perfis diversificados e que a nossa área abrange uma grande variedade de interesses.
Nesta semana entrevistamos Isabel Figueiredo, aluna do quinto semestre e nossa Monitora Científica no ano passado:

Isabel Figueiredo
"Em 2008 eu cursava o último ano do ensino médio na ETE Júlio de Mesquita (hoje conhecida como ETEC). Naquele ano, a escola promoveu várias visitas às faculdades para ajudar os alunos na escolha de suas graduações. Na época eu estava terminando meu curso técnico em Turismo (que hoje se chama Agenciamento de Viagens) e eu não estava certa se era o que eu gostaria de seguir. Uma das instituições com que tivemos contato na época foi a UNESP que, por conta dos diversos campus espalhados pelo Estado de São Paulo (o que impossibilitava as visitas), foi até a nossa escola para apresentar os seus cursos – principalmente os mais concorridos. Eles distribuíram o guia de profissões daquele ano e foi por meio dele que conheci a Biblioteconomia. Na época eu não conhecia nenhum bibliotecário para conversar, então essa ideia ficou em stand by por um tempo. Meses depois, no mesmo ano, trabalhei algumas semanas como voluntária na biblioteca da Júlio, tive o primeiro contato com alguém da área e decidi que era realmente o que gostaria de fazer.

Acabei me formando e comecei a trabalhar com transporte público, lá conheci a Gestão da Qualidade e surgiu a oportunidade para a minha primeira graduação. Em 2011, comecei a estudar Tecnologia em Gestão da Qualidade na UNICID, fiz 50% do curso e tranquei, pois eu ainda não estava satisfeita com aquela área. Eu queria vir pra “biblio”. Em janeiro de 2013 eu já estava matriculada na FESPSP.

Antes da primeira semana de aula eu já estava estagiando, fui pra biblioteca universitária, aprendi bastante lá e depois fui convidada para estagiar em uma biblioteca especializada em artes cênicas, onde coloquei em prática muito da teoria que via em sala de aula. Me apaixonei pela área cultural.

Em 2014 comecei a ser voluntária da Monitoria Científica FaBCI, auxiliando a Andrezza Camera, monitora oficial daquele ano, com as redes sociais. Em 2015, tive o prazer de assumir o cargo de Monitora Científica. Isso me deu oportunidade de aprimorar os conhecimentos da biblio, aprender a mexer em plataformas que eu não conhecia, interagir mais com os professores e com alunos de outros períodos e de outras instituições. Isso expandiu muito meus horizontes. Ainda em 2015, surgiu a oportunidade da Iniciação Científica, que sempre me despertou muito interesse. Hoje estou unindo duas áreas que gosto muito, que são a Biblioteconomia e a Gestão da Qualidade, tudo isso sob orientação da prof. Valéria que é expert no assunto.

Eu cheguei na Biblioteconomia querendo cuidar de livros. Hoje, eu sei que continuei aqui porque eu quero cuidar de pessoas. A biblio, como qualquer outra profissão, também tem os seus problemas... Muitas coisas já foram feitas, mas há ainda muito o que fazer. Os profissionais precisam se unir mais.

Eu moro na periferia desde que nasci e sei o quanto o investimento em educação e cultura é deficiente nestas regiões da cidade, por isso eu quero me especializar em Gestão Cultural ou Gestão Pública para ajudar a mudar essa realidade".

 

Deseja participar? É só entrar em contato via monitorcientificofabci@gmail.com para saber como!