quarta-feira, novembro 30, 2016

Especial Seminário FESPSP 2016: parte 3


A terceira parte do especial sobre o Seminário FESPSP “Cidades Conectadas: os desafios sociais na era das redes”, conta com os relatos dos alunos Hiaosmin Costa e Marcus Vinicius Aloisio.

Vamos conferir?


Hiaosmin no GT 13. Fonte: FESPSP Comunica


GT 13 - Relações raciais e étnicas na América Latina: Identidades e enfrentamentos

Hiaosmin Vanderlei Tavares Costa
Estudante internacional

À semelhança do ano passado, com o seminário “desafios da cidade de São Paulo” sempre inovador e preocupado com o lado proffisional dos seus estudantes e da sociedade em geral, a Fundação Escola de Sociologia e Politica de São Paulo mais uma vez está de parabéns. O Seminário “Cidades Conectadas: os Desafios sociais na era das redes” com certeza traz algo de novo e está mais que interativo, com palestras e minicursos acessíveis em diversas áreas, permitindo aos profissionais atualizarem seus currículos e para estudantes, tanto da instituição assim como os de fora, mercados futuros para atuação.

O mais legal é a integração entre as diversas áreas do conhecimento e saberes. Por exemplo, eu sou do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação, participei da palestra em GTs que tratam de diferentes temáticas como relações raciais e étnicas na América Latina, cidades, redes e ruas, Cyber Política e cidade, conferência cidades conectadas: entre as ruas e as redes, entre outros. Mas como estudante internacional o que mais me marcou foi participar de uma palestra que trata de um país que não é meu, mas faz parte do meu continente, “Moçambique” um país que faz parte dos PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, apresentado dentro do GT – 13. Em sua primeira mesa o tema foi “Não vamos Esquecer! A propósito da fotografia ‘Marca de gado em jovem pastor’ de Ricardo Rangel”, que trata um pouco do papel da fotografia na sociedade Moçambicana da época, na versão de um fotografo moçambicano. Foi debatido o olhar sobre esse assunto o texto e o contexto que aquela imagem foi tirada e as marcas do tempo.

Em seguida teve outras falas, entre elas uma palestra que fala sobre “O painel dos povos Indígenas de Poty para o Memorial da América Latina e o modernismo no Brasil nas artes visuais - gênero e questões étnico-raciais na pintura de Di Cavalcanti”, que são também relevantes porque mostra a nova forma de desconstrução de uma historia de povos com uma memória e trajetórias negadas ao longo do tempo, se assim podemos dizer, e tem toda essa preocupação para esse resgate, que está sendo feito a partir da academia e isso é o mais legal.

Outra coisa que me marcou muito é abertura, não só para pesquisadores de outras instituições em nível de São Paulo, assim como de outras cidades brasileiras terem oportunidades para apresentarem os seus trabalhos. Isso faz multiplicar as ações desenvolvidas e construídas dentro da FESPSP, além de fortalecer esses grupos de trabalho, que a meu ver são bem constituídas.

Mais uma vez parabéns para a Fundação Escola de Sociologia e Politica de São Paulo.

GT 7. Fonte: FESPSP Comunica


GT 7 – Estilos de vida, consumo e práticas culturais.

Marcus Vinicius Aloisio Vieira
4º semestre do período matutino

Na semana de Seminários FESPSP 2016 tive o prazer de assistir a apresentação de alguns trabalhos no GT7.
Pude verificar diversas formas de interpretarmos culturas e estéticas que estão arraigadas no senso comum de uma forma mais sistematizada, o que abarca na construção de um conhecimento mais amplo das comunidades e núcleos sociais contemporâneos.

Todo esse conhecimento é de suma importância para a área de biblioteconomia que apesar de lidar com questões técnicas, também atende à usuários, sendo assim um maior conhecimento dos núcleos que compõem nossa sociedade, auxilia para que possamos compreender suas necessidades e atende-las da melhor forma criando um local democrático e acolhedor para todos, além de ampliarmos nossas formas de abordagem de temas específicos no ato de mediar e disseminar informação.
Foram abordados temas referentes aos estereótipos de beleza e conduta da mulher que estão presentes na sociedade há séculos e o quanto isso foi prejudicial para o desenvolvimento social, além da relação de identificação dentro da comunidade LGBT por grupos não representados na cultura massificada imposta pela estereotipação desse grupo.
Todas as questões levantadas serão enriquecedoras para aprimorar nossa visão e serviços prestados em um ambiente voltado às necessidades dos usuários.

Gostaram? Fiquem de olho, pois a última parte do especial será publicada em breve!

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