quarta-feira, setembro 26, 2018

Já conhece o Museu da Mídia Obsoleta?

Em 2006, o bibliotecário Jason Curtis começou a colecionar mídias consideradas ultrapassadas. Hoje, ele é curador do Museu de Arte Obsoleta (Museum of Obsolete Media), localizado no Reino Unido, que conta com mais de 500 itens diferentes!

Fita de vídeo Ampex 2 polegadas. Fonte: Obseletemedia.org

De acordo com o site oficial do museu, Curtis organiza e coleta os itens do acervo através de listas, imagens e tags. Ele criou o Museu para que os itens pudessem ser redescobertos e para satisfazer seu senso de responsabilidade em tornar acessível a exibição de algumas mídias raras e diferentes.


Cilindro de gramofones. Fonte: Obsoletemedia.org 


O museu atualmente não é aberto para visitação, e é financiado principalmente pelo próprio curador, apesar de aceitar doações. Para dar uma olhada nas mídias em formato de áudio, vídeo, data e film, basta consultar o site: http://www.obsoletemedia.org/broadcast-twelve/


Magnabelt IBM 3 polegadas. Fontes: Obsoletemedia.org


O site ainda conta com uma lista de itens procurados, que incluem alguns tipos de câmeras, fitas, discos, e até mesmo adaptadores para disquetes. 

Quem sabe você tem algum desses raros itens perdidos em casa?


A opinião dos colunistas e dos relatos publicados não representam necessariamente a posição da FaBCI da FESPSP, ou de sua Monitoria Científica. A responsabilidade total é do(a) autor(a)do texto.

Advocacy: lute pelas bibliotecas!

Em épocas eleitorais as lutas parecem se intensificar. É a nossa hora e dever como profissionais e estudantes da informação lutar pelas nossas bibliotecas. O movimento Advocacy está aí para isso.


Fonte: Sprout Social


Advocacy é uma maneira de lutar contra a visão de que bibliotecas (principalmente as públicas" não possuem valor. O movimento vai além de ser simplesmente uma ferramenta de relações públicas. É um processo continuo que envolve profissionais de diversas organizações que acreditam no potencial de tais instituições de informação.

A FEBAB, desde 2012, trabalha juntamente com a ALA (American Library Association) para integrar o Brasil na Campanha Mundial “@ your library”, cuja  missão é "promover a Biblioteca como principal Porta de Acesso ao conhecimento existente nos repositórios informacionais produzidos em formatos tradicionais e eletrônicos, e distribuídos por meio de redes como a Internet." 

Fonte: FEBAB

A mesma Federação também promove o movimento "Eu Amo Biblioteca, Eu Quero", que busca por em evidência as importância e capacidade das bibliotecas que vão muito além de guardar livros.

Para fazer parte do movimento e espalhar seu amor pela biblioteca, a FEBAB criou um Manual das pessoas que advogam pela biblioteca. Com ele você pode fazer sua campanha local e auxiliar bibliotecas que sofrem com pouca infraestrutura e falta de investimentos.

Posicione-se! Para saber mais sobre o movimento acesse: http://www.febab.org.br/euamobiblioteca/


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Desenrola FESPSP: nossos professores no Youtube!

No mês de agosto, o departamento de Comunicação lançou no canal da FESPSP no Youtube o quadro "Desenrola FESPSP". 


Fonte: FESPSP


Nele, os professores especialistas da casa discutem temas como o corte da Capes, debates eleitorais e como funcionam as campanhas eleitorais. 

Os vídeos tem por volta de 10 minutos e, através de uma linguagem simples e objetiva, permitem que você saiba um pouco mais sobre essas temas tão corriqueiramente debatidos.

O canal é atualizado toda segunda-feira e já conta com os vídeos:






















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quarta-feira, setembro 19, 2018

Dica da MC: Memes de Biblio!

O meme é objeto de informação que une imagem e palavra, além de exigir certo repertório de quem o produz e quem o lê. E quem melhor para produzi-los do que profissionais da informação?

Divirta-se conferindo essas 5 incríveis fontes de memes da nossa área!



Fonte: Biblio da depressão





Fonte: Biblio diferentona






Fonte: Bibliotecário bem humorado




Fonte: Biblioteconomia da depressão




Fonte: Minha vida de escriba

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MC Traduções: A tecnologia não matou as bibliotecas públicas - ela as inspirou a se transformarem e a permanecerem relevantes. - Por Marina Chagas

Você é daqueles que ainda acredita que a tecnologia vai acabar com a biblioteca? Então vem dá uma olhadinha no que esse texto tem a dizer.

A tecnologia não matou as bibliotecas públicas - ela as inspirou a se transformarem e a permanecerem relevantes

Tradução de: Marina Chagas Oliveira

19 de agosto de 2018, às 15h51, EDT


A Biblioteca Estadual de Victoria mostra que as bibliotecas são muito mais do que apenas lugares que contêm livros. de shutterstock.com



Em 2017, os arqueólogos descobriram as ruínas da biblioteca pública mais antiga da Colônia, na Alemanha. O prédio pode ter abrigado até 20.000 pergaminhos e remonta à era romana no século II. Quando a alfabetização estava restrita a uma minúscula elite, essa biblioteca estava aberta ao público. Localizada no centro da cidade, no mercado, ela ficava no coração da vida pública.
Podemos romantizar a biblioteca cheia de livros antigos; uma instituição dedicada à vida interior da mente. Mas a descoberta de Colônia nos diz outra coisa. Sugere que as bibliotecas podem ter significado mais para as cidades e seus habitantes do que apenas repositórios da palavra impressa.
Bibliotecas públicas contemporâneas também nos dizem isso. Em geral, a associação foi recusada ou limitada, mas agora as pessoas estão usando bibliotecas para mais do que emprestar livros. As crianças vêm para jogar videogames ou fazer lição de casa juntos. As pessoas vão para ouvir palestras e apresentações musicais, ou participar de oficinas de artesanato e clubes do livro.

As bibliotecas tornaram-se vitais para os marginalizados, como os sem teto, para aceder a serviços governamentais essenciais, como o Centrelink, e para permanecerem conectados. Eles se tornaram provedores de treinamento básico de alfabetização digital - como usar um iPad ou acessar sites governamentais. Outros atendem a entusiastas de tecnologia que oferecem cursos avançados de codificação ou robótica em espaços e laboratórios específicos.

Nós romantizamos bibliotecas como repositórios de conhecimento antigo. Clarisse Meyer / Unsplash


No entanto, o futuro das bibliotecas públicas da Austrália está se desdobrando de acordo com uma narrativa dupla e contraditória. Financiamento único para bibliotecas de “recursos” construídas por arquitetos famosos existe em paralelo com cortes e fechamentos de bibliotecas. Na cidade de Geelong, em Victoria, por exemplo, três bibliotecas regionais na periferia da cidade que foram fechadas quase um ano após a inauguração do Centro de Biblioteca e Patrimônio Geelong de 45 milhões de dólares.
Parte da razão para isso é que a contribuição expandida das bibliotecas para nossas comunidades e cidades não é reconhecida em níveis mais altos de governo.

Como as bibliotecas estão mudando

No início dos anos 2000, enquanto os arquivos migravam online, os futuristas previram uma morte iminente para as bibliotecas públicas. Mas a ameaça de obsolescência fez com que as bibliotecas adotassem medidas proativas para permanecer relevantes em um mundo digital. Elas pensaram criativamente sobre como traduzir serviços que sempre ofereceram - acesso universal à informação - em novos formatos.
As bibliotecas digitalizavam suas coleções e interligavam seus catálogos, ampliando exponencialmente a gama de materiais que os usuários podiam acessar. Elas introduziram e-books e e-readers em seus acervos. Els montavam telas para assistir a filmes ou jogar videogames.
Elas também instalaram computadores cruciais para os 14% da população que não tem acesso à internet em casa. E eles conectaram seus espaços com Wi-Fi gratuito, adaptando os pontos de energia extras para que os usuários pudessem conectar seus próprios dispositivos.


As bibliotecas têm muitos programas em torno da tecnologia e do uso de computadores. de shutterstock.com

Além de oferecer novas tecnologias e serviços, as bibliotecas oferecem às pessoas um espaço acolhedor e seguro para se reunir, sem a pressão de gastar dinheiro. Investindo em móveis atraentes e versáteis, elas têm encorajado ativamente as pessoas a morarem em seus espaços, seja para ler um jornal, preencher uma vaga de emprego on-line ou para estudar.
Em uma época em que as tecnologias de comunicação criam tanto eficiência quanto formas de isolamento, esses espaços assumem uma importância social renovada.

Como as bibliotecas moldam a cidade

Por mais vital que as bibliotecas sejam para os indivíduos, seu valor também está ligado a agendas cívicas mais amplas. As bibliotecas têm procurado deliberadamente mudar as percepções de si mesmas, de espaços de coleta para espaços de criação. Algumas, como a Biblioteca Estadual de Victoria, vêem-se facilitando a criatividade não apenas no sentido artístico, mas também como centros empresariais para empresas iniciantes e inovadoras em desenvolvimento.
As bibliotecas públicas promoveram sua relevância pelas cidades, alinhando-se estrategicamente com as visões governamentais de crescimento econômico. Por exemplo, o Geelong Library e o Heritage Center foram um investimento exclusivo na Estratégia Digital de Geelong , promovida como uma “plataforma” para construir “capacidade digital” e um símbolo visível da transição da cidade para um futuro digital.
Outros, como a biblioteca Dandenong, em Victoria, atraem altos níveis de financiamento como parte de projetos de renovação urbana voltados para a revitalização de áreas urbanas em declínio.
Essas bibliotecas de alto perfil, geralmente em centros urbanos, ofuscam o destino incerto de bibliotecas menores na periferia, lutando para permanecer viáveis devido ao financiamento insuficiente.
O Geelong Library and Heritage Center custou milhões de dólares para construir, enquanto três bibliotecas locais perderam o financiamento. de shutterstock.com

Essa contradição está ocorrendo porque o provisionamento de bibliotecas não está embutido em altos níveis de planejamento urbano e formulação de políticas. Não existe um modelo nacionalmente consistente para alocar fundos entre os estados e o governo local. Nem existe uma estrutura consistente em toda a Austrália para avaliar o desempenho da biblioteca.
De maneira crítica e mais reveladora, as bibliotecas são avaliadas com base em métricas tradicionais, como números de empréstimos e de participação, capturando apenas uma fração do valor total que elas contribuem para nossa vida individual e coletiva. O fracasso em reconhecer isso por governos e formuladores de políticas coloca em risco as diversas e diferenciadas formas pelas quais as bibliotecas podem moldar o futuro da Austrália.

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Especial MC Formatura pt 2: Dicas dos docentes + depoimento dos formandos de 2017! Por: Camilla Hatzlhoffer

Para quem amou o Especial MC com dicas dos professores e relato dos formados, chegou a parte 2! Obrigada Camilla!



Oi, gente!

Vim trazer novamente mais uma edição do especial de formatura da MC. Hoje, temos as dicas dadas por duas professoras maravilhosas: a Adriana Souza e a Daniele Brene <3 o:p="">
Além disso, a Leonela, aluna de biblioteconomia que se formou em 2018, trouxe para nós um depoimento para nos contar como está sendo a vida pós formatura dela. Vamos conferir?


Dicas dos discentes:

Adriana Souza

Dica 1: Fazer contatos com pares, associações, especialistas: FEBAB, CRB, bibliotecários etc. 
Dica 2: Continuar estudando, fazer uma pós. Assim que eu me formei, fiz a especialização na FESPSP de Gestão de Serviços de Informação.
Dica 3: Participar de eventos, encontros, cursos na área.
Dica 4:  Continuar em contato com a escola de formação



Daniele Brene

Dica 1: mantenha o sonho e o foco. Às vezes, seguir uma carreira significa abrir mão da zona de conforto (mudar de casa, cidade, novos relacionamentos, novos ambientes, novas expectativas). É necessário ter forças para enfrentar os primeiros desafios. Mas, se o sonho for maior, você terá sucesso. 

Dica 2: tenha um plano em mente.  Mesmo antes de terminar a graduação, estabeleça metas e coloque um prazo para você alcança-las. Isso vai ajuda-lo a ter uma orientação nesse momento de diferentes emoções (acredite! Terminar a graduação causa uma explosão de emoções. Ficamos felizes e aliviados no dia da formatura, mas, no dia seguinte, sentimos que perdemos algo, uma sensação de saudade, vazio). 

Dica 3: Inspire-se! Você deve estar preparado para enfrentar qualquer situação. Muitas vezes, temos que exercer algum cargo de gestão ou liderança logo após a formatura. E isso significa que você terá que ser maduro para gerenciar suas próprias mudanças e ajudar outras pessoas a trilhar seus caminhos na profissão.



   
Depoimento do formando:
Leonela Oliveira


Sou bibliotecária e agora?


Fonte: Universa. 2017.



Após 4 anos ocupando o cargo de assistente I na Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico - UPPM pela Secretaria de Estado da Cultura, resolvi que era hora de começar a estagiar na área da biblioteconomia e ciência da informação. Já estava no último semestre da faculdade e ainda, me sentia definitivamente (crua) na área. Foi uma decisão muito difícil na ocasião, pois tinha um cargo muito bem consolidado mas queria, muito trabalhar na área e pôr em prática toda a bagagem de teoria que estava aprendendo na faculdade. 

A princípio pedi a profª. Adriana Souza que me indicasse vagas de estágio, falei um pouco da minha rotina de trabalho na Secretaria, pois queria algo voltado revisão de documentos. Bom não deu outra em meados de agosto, fui indicada pela profª., para fazer uma entrevista na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo-FAPESP no Centro de documentação e Informação-CDI que é responsável pelo gerenciamento da Biblioteca Virtual-BV. Iniciei o estágio na BV-CDI da FAPESP, em setembro de 2017 com o TCC ainda, por finalizar encarei o desafio. Durante o período de estágio fiquei responsável, pela digitalização dos resumos dos projetos de pesquisa e auxílios supervisionada pela bibliotecária, bem como a revisão e padronização de títulos em inglês e português de acordo e por fim, inclusão dos registros na base de dados. O período de estágio durou 5 meses, ao final para minha surpresa recebi o convite de continuar na equipe. 

Atualmente sou contratada como prestadora de serviços na área da biblioteconomia (PJ), continuo realizando as mesmas atividades de (estagiária), com a inclusão da indexação de assuntos sob a consulta permanente dos vocabulários controlados da USP e DECS para validação dos descritores e verificação dos dados de pesquisador e beneficiário das bolsas de iniciação científica do Brasil, estou fazendo também o levantamento do acervo de memória (físico) que o CDI possui. Nunca havia tido contato com uma biblioteca virtual antes, e a cada dia tenho adquirido um novos aprendizados. A BV-CDI da FAPESP link: http://www.bv.fapesp.br reúne informações sobre as bolsas e auxílios a pesquisa concebidos pela FAPESP, disponível para pesquisa com acesso gratuito.  Boa visita!

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quarta-feira, setembro 12, 2018

InFoco e o evento [RE] PENSE

O movimento InFoco, formado por egressos da FaBCI está organizando um super evento que será sediado na FESPSP: o [RE] PENSE. Conheça um pouco mais sobre o grupo e seus objetivos!



Mudar não é sempre fácil, como estudantes e bibliotecários sofremos com o desconhecimento de nossa profissão e com os famigerados “biblio o quê?”, “precisa de faculdade para guardar o livro na estante?”, por vezes ouvir essas frases de pessoas próximas dói muito, criam-se cicatrizes que estigmatizam a profissão que escolhemos e o que de fato faz o bibliotecário.

Buscando mudar essa visão, unimos algumas pessoas que começaram a discutir como de fato poderíamos mudar essa visão dos bibliotecários e como poderíamos contribuir para fortalecer a biblioteconomia.

Dividirei o texto em tópicos porque ficará mais fácil de acompanhar.

Fonte: InFoco

QUEM SOMOS?

O InFoco, no começo chamado de Pela Biblioteconomia, foi formado em 23 de janeiro de 2018 por egressos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e que logo agregou profissionais de outras instituições, com o objetivo de contribuir de forma significante para o desenvolvimento da biblioteconomia paulista e brasileira, promovendo debates para que os profissionais possam repensar a profissão, propondo mudanças junto aos órgãos competentes, como, fortalecer o conselho, sindicato e associações.


O QUE QUEREMOS?

Queremos que estudantes e profissionais possam debater e encontrar uma maneira de visibilizar e fortalecer o bibliotecário junto à sociedade, de modo que repensemos o papel dele na sociedade contemporânea e qual o seu papel fundamental no desenvolvimento deste, a ponto de desenvolver seu senso crítico, contestador e leitor.
Frisamos que também queremos entidades representativas fortes, pois com elas fortes, teremos um profissional forte e reconhecido.



COMO FAREMOS?

Elaboramos um evento chamado [RE]PENSE para que a partir dele pudéssemos elaborar um documento que servirá de norteador para trabalharmos junto as entidades representativas, buscando o fortalecimento do bibliotecário.



O EVENTO

O [RE] PENSE, nasce com o intuito de ser uma desconferência nos moldes do TED, onde cada participante utiliza seu tempo para resumir o assunto abordado, permitindo que os presentes discutam o tema proposto.


Fonte: InFoco


Que realizar-se-á no dia 20 de outubro, entre as 08:00 às 18:00, na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, localizada na Rua General Jardim, nº 522, para Estudantes do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação, bibliotecários, profissionais da área e fora da área também.

Queremos trazer assuntos relevantes para serem debatidos nos principais eixos propostos que vão desde a profissão até a tecnologia, elaborando a partir das discussões feitas em nossos 6 GTs um documento que fortalecerá a classe bibliotecária e sua visibilidade, possibilitando um pacto das entidades e profissionais para atingir objetivos comuns a classe.


Se você gostou da iniciativa não fique de fora, se junte a essa luta e vamos mostrar que o bibliotecário há muito já passou do guardião do saber e é profissional que precisa e merece ser “descoberto”.


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Relato: 84ª Conferência geral e Assembléia da IFLA - Por: Profª Isabel Ayres Maringelli

Entre os dias 23 e 28 de agosto, a Profª Isabel Ayres Maringelli esteve na 84ª Conferência Geral e Assembléia da IFLA que aconteceu na cidade de Kuala Lumpur, Malasya. Ela nos mandou seu relato. Confira!

Fonte: Arquivo pessoal

Participar da conferência é sempre uma experiência única e renovadora. Como secretária do Comitê de Bibliotecas de Arte, faço parte da organização das conferências, o que envolve desde a redação de atas da reunião, até participação na seleção de trabalhos que serão apresentados durante o evento. Trabalhar com uma equipe de bibliotecários estrangeiros (minhas colegas são da Rússia e França) tem sido uma fonte contínua de aprendizado.

Fonte: Arquivo pessoal
A IFLA é a instituição mais importante na área de biblioteconomia e dentre seus inúmeros comitês estão os comitês responsáveis pelo desenvolvimento dos padrões mais difundidos na área, tais como o LRM (sucessor dos FRBR, ISBD, dentre outros). Meu destaque vai para a Seção abaixo:

Especialistas em metadados na era da da máquina
Quatro comitês da IFLA (Catalogação, Análise de Assunto e Acesso; e  Tecnologia da Informação) convidaram os interessados e amantes de metadados para um diálogo informal e aberto em torno da questão: Estamos nos transformando de catalogadores em especialistas em metadados?
Para estudiosos e praticantes da catalogação, a questão nunca foi tão atual e a necessidade de atualização de nossos códigos e teorias faz parte da realidade brasileira, que esperamos, possa ser modificada em futuro breve para não perdermos o bonde da tecnologia.


Fonte: Arquivo pessoal

Fonte: Arquivo pessoal

A presidente da IFLA,  Glòria Pérez-Salmerón da Espanha também marcou presença e estará no Brasil para o Seminário da Redarte-RJ.


Fonte: Arquivo pessoal

O evento contou com a participação de 112 países e cerca de 3.500 pessoas e além das informações da área, há uma oferta imensa de atividades culturais para integração com a cultura local. 

Os papers podem ser acessados na IFLA-Library. Para os interessados em catalogação de videogames aí vai a dica: http://library.ifla.org/2132/.


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