quarta-feira, novembro 23, 2016

Coluna: Onde Estão os Bibliotecários? Por Grazielli de Moraes


Olá, hoje trago uma entrevista muito bacana com o Winderson Gomes 24 anos, formado pela FESP em 2013, pós-graduado também na FESP em Gestão Arquivística.




“Tal especialização agregou muito pra minha formação profissional, pude aprimorar meus conhecimentos em relação à gestão e organização da informação arquivista. Um diferencial dessa especialização é que nas disciplinas finais do curso escolhi disciplinas ligadas às áreas de arquitetura da informação, segurança da informação e direito autoral em mídias digitais, onde ampliei ainda mais minha formação em relação às tecnologias aplicadas à Biblioteconomia e Arquivologia” (Winderson).




Tem experiências com Ciência da Informação, com ênfase em Gestão e Organização da Informação Arquivística, Biblioteca Universitária e Metodologia da Pesquisa Científica. Atualmente é docente no Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, ministrando a disciplina de Gestão da Informação e Documentos nas ETEC´s Albert Einstein e Professor Camargo Aranha. Além disso, faz parte do corpo técnico-administrativo da biblioteca da FESP, onde atua com o serviço de referência, tratamento técnico de obras bibliográficas e audiovisuais, redes sociais, parametrização de sistema (biblioteca e arquivo), tratamento técnico de documentos de arquivo (classificação, descrição, aplicação de tabela de temporalidade), entre outras atividades. Além de prestar consultoria em planejamento e organização de bibliotecas.

Quando questionado sobre o que é a Biblioteconomia para ele, Winderson menciona que além de uma profissão apaixonante, tem uma área de atuação promissora.

“A biblioteconomia é uma profissão apaixonante, uma área de atuação promissora. Aprendemos a sair da zona de conforto, deixando estereótipos de “guardadores de livros” de lado para ganhar o universo da informação. Afinal, onde há informação, é lá que o bibliotecário deve estar.” (Winderson).

Para ele, a FESP é sua base tanto acadêmica, quanto profissional. Foi a responsável pelo contato dele coma profissão em 2008 quando começou a trabalhar no CEDOC da instituição – como jovem cidadão.

“Tinha apenas 16 anos me deparei com o universo da organização da informação. Trabalhar no CEDOC e na Biblioteca História da instituição foi e é o principal motivo pelo qual eu escolhi a Biblioteconomia como profissão.” (Winderson).

Para os novos integrantes da área ele deixa claro que no início da trajetória, é normal nos depararmos com situações de insegurança em relação ao mercado, no entanto, ainda assim é importante manter-se atualizado, seja por meio de leitura, palestras e etc. pois são essas atualizações que contribuem para uma formação profissional de qualidade.

“Aconselho aos novos integrantes da área que realizem estágios em diversos e diferentes locais no decorrer do curso, esses estágios garantem uma visão do que é realmente a área e quais os locais tradicionais e modernos que o bibliotecário poderá atuar, mesmo que não tenham a oportunidade de estagiar ou trabalhar em vários eixos da área, aconselho que procurem conhecer e se mantenham atualizados... ” (Winderson).

Para os novos integrantes da área ele deixa claro que no início da trajetória, é normal nos depararmos com situações de insegurança em relação ao mercado, no entanto, ainda assim é importante manter-se atualizado, seja por meio de leitura, palestras e etc. pois são essas atualizações que contribuem para uma formação profissional de qualidade.

Concorda com a premissa de que a área precisa ser repensada.

“... devemos preservar e manter as disciplinas técnicas, tecnológicas e gerenciais nos currículos das escolas de Biblioteconomia... no entanto, são necessárias nas grades curriculares... disciplinas voltadas à área de educação para a formação de muitos profissionais tecnicistas e gerenciais, pois bibliotecário também é educador, precisa estar em sala de aula dialogando e desenvolvendo atividades com alunos, professores e coordenadores. Precisamos de mais profissionais ligados à área de educação, ainda mais se tratando das bibliotecas escolares que são respaldadas pela lei 12.224, de 24 de maio de 2010.” (Winderson).
Por hoje é só galera, espero que gostem!


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