quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Aconteceu na FaBCI: Semana de integração 2019

Entre os dias 04 e 08 de fevereiro, a Fundação Escola de Política e Sociologia de São Paulo (FESPSP) recepcionou seus calouros de 2019.

As atividades de integração aconteceram juntamente com os três cursos oferecidos: Biblioteconomia, Sociologia e Administração.

Foto: Edi Fortini

Nesse período, as aulas regulares foram substituídas por palestras, bate-papos com egressos, docentes, discentes, representantes de coletivos e centros acadêmicos, além de outras atividades culturais e outras vivências que aconteceram nos espaços da Fundação.

Representantes dos Centros Acadêmicos
Foto: Edi Fortini

Vem conferir aqui com a gente como foi essa recepção através dos relatos de dois novos alunos da FaBCI: Ricardo Tchê Melo e da Natália Freitas.


Relato da Natália Freitas 


Foi surpreendente a primeira semana do primeiro semestre na faculdade FESPSP. Meu curso é o de Biblioteconomia, mas para os calouros dos outros cursos também aconteceram atividades semelhantes ou até as mesmas, unificando as turmas.

Como é minha segunda graduação e pelo conhecimento que temos dos primeiros dias em outras faculdades, foi uma grande surpresa uma semana de integração toda pensada para receber os novos alunos, integrando-os com coordenadores, professores, alunos já formados, de outros semestres e de outros cursos, centros acadêmicos, coletivos e com o próprio espaço físico.
Valéria Valls, coordenadora da FaBCI FESPSP
Foto: Edi Fortini



Carla Diéguez, coordenadora do curso de sociologia
Foto: Edi Fortini
Douglas Murilo Siqueira, coordenador do curso de administração
Foto: Edi Fortini

Tivemos desde passeio pelas instalações da FESPSP para reconhecimento do ambiente até atividades para discussões de questões relevantes na atualidade unindo alunos calouros de todos os cursos. Falamos de nossas experiências anteriores e expectativas com o curso. Ouvimos os professores sobre suas formações e projetos. Dividimos vivências e tiramos dúvidas com alunos de outro semestres e ex-alunos. 
 
Foto: Comunicação FESPSP

Concluindo, tivemos realmente uma semana de integração no sentido exato da palavra integrar: “incorporação de um elemento num conjunto". Falando de uma forma mais emotiva, pois foi assim que fiquei, a palavra que define como eu me senti nesses dias foi: acolhida!



Relato de Ricardo Tchê Melo


Olá, coleguinhas!
Para quem não me conhece sou Tchê, calouro da Biblioteconomia e a Edi me pediu para escrever algo sobre a Semana de Integração, afinal, sou bixo este ano.....
 Devo admitir que foi uma semana bem atípica, esta é minha segunda graduação, e o que esperava para esta primeira semana de aula: trote e enrolação. Mas para minha surpresa nada disso ocorreu, muito pelo contrário, houve uma real integração, não somente entre bixos e veteranos, mas entre os cursos e isso eu nunca tinha visto em outros lugares. O que geralmente ocorre é um trote e o desprezo dos veteranos frente aos calouros, uma série interminável de brincadeiras sem graça e dúvidas não esclarecidas.
Foto: Comunicação FESPSP
 
Foto: Comunicação FESPSP
Mas na FESPSP isso não ocorreu, desde o primeiro momento os veteranos nos acolheram e nos guiaram para o mundo acadêmico que se desdobrava à nossa frente, com muita paciência nos ouviram e responderam nossas indagações, nos dando uma série de dicas e informações sobre a Instituição.

Outra coisa que me surpreendeu foram os professores, geralmente os encontramos pela primeira vez na sala de aula, ele diz seu nome e já se iniciam os trabalhos, algo bem impessoal e mecânico. Já na Instituição, desde o primeiro momento os mesmos se fizeram presente, mas presentes mesmos, conversando conosco, trocando ideias,  experiências e expectativas para o ano vindouro.
Professoras Andrea (administração), Adriana (biblioteconomia) e Stella (sociologia) durante vivência de design thinking.
Foto: Divulgação
 
Vivência de design thinking
Foto: divulgação
 
Vivência de design thinking
Foto: divulgação
 
Vivência de design thinking
Foto: divulgação


Vivência de design thinking
Foto: divulgação
 
E por último, mas não menos importante, a presença de graduados que mesmo depois de colar grau, não abandonam a Instituição, servindo de ponte entre nós e a sociedade. E a presença das comunidades, a feminista e a 21N, que mostra o compromisso dos acadêmicos, formados ou não, frente aos desafios que a sociedade apresenta a nós, uma elite intelectual que não aceita apenas ser coadjuvante das transformações, mas sim o agente transformador do meio que vivemos.
Conversa com os egressos do coletivo InFoco
Foto: Edi Fortini

Conversa com os egressos do coletivo InFoco
Foto: Edi Fortini
Por fim, foi uma semana diferente de tudo que eu já tinha visto, uma semana que serviu para que eu tivesse mais gana para fazer parte desta família.

Coluna: Garimpando na rede - Por Camilla Hatzlhoffer

Mais um ano começou! Desejo muito sucesso a todos nesse ano de 2019.
A convite da nova monitora científica, Edi Fortini, o Garimpando na rede vai continuar (mesmo eu já estando formada).
Para começar, neste mês de janeiro, separei links sobre curiosidades em bibliotecas, como se livrar da "bad" que bate em janeiro (saudades, férias), dicas de dois apps (um de estudo e outro para ajudar pessoas sem gastar nada!).


 Fonte: Google Imagens
Esse link do Buzzfeed foi bastante compartilhado por alguns amigos bibliotecários nas minhas redes sociais, mas para quem não viu, aqui está: rolou uma thread no Twitter sobre curiosidades de diversas profissões e uma delas foi a Biblioteconomia! A Ana (usuária do Twitter) compartilhou 23 curiosidades do seu dia a dia de trabalho em uma biblioteca pública. Venham conferir! 

Fonte: thanksgiving.com
 
Passa Natal, Ano Novo, recessos e feriados... Quando a gente vê, a vida já está voltando ao normal: trabalho, estudos, cursos, compromissos, reuniões...
Acaba batendo aquela famosa bad e a saudade das nossas queridas férias, né?
Essa matéria do Buzzfeed nos apresenta um pequeno guia de como lidar com essa bad que bate na gente nesse começo de ano. Se interessou? Vem ler!  




Fonte: Google Imagens
Você conhece o aplicativo Ribon?
Eu conheci por meio de uma amiga que estudou comigo e comentou sobre esse app na aula. Ele funciona assim: você ganha Ribons (que é um tipo de dinheiro virtual) e pode doar para as seguintes causas:
- Medicamentos;
- Saúde Básica;
- Água Potável;
- Fortificação alimentar.

E o melhor de tudo? Você não gasta nenhum centavo para fazer isso!
Que tal fazer o bem, sem gastar nada, nesse novo ano? O aplicativo está disponível para baixar na Play Store e na Apple Store também. Ah, e não deixe de conferir o link desta matéria, que é do blog deles. Lá, é explicado detalhadamente como funciona o aplicativo e as doações. Vamos compartilhar notícias e boas ações? 




Fonte: APAE - BH
 

E para fechar esse garimpando com mais uma dica de aplicativo, eu selecionei o link do Catraca Livre que apresenta um aplicativo que ensina a quem quiser aprender a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). O nome do aplicativo é Librazuka e mostra, de maneira didática, o alfabeto, os números e a gramática das LIBRAS.
Para quem estiver interessado em aprender, esse app pode ser uma base para começar!

E esse foi o primeiro Garimpando do ano! Espero que vocês tenham gostado das indicações de leituras e aplicativos.
Ah, não se esqueçam de comentar: sua opinião é super importante para melhorar essa coluna sempre!

segunda-feira, fevereiro 11, 2019

MC na Estrada - Biblioteca Pública de Évora - Portugal. Por Karen Velocini.

E aqui está uma super matéria cedida pela ex-aluna e recém bibliotecária Karen Velocini para a série: “MC na Estrada” contando sobre sua visita à biblioteca pública de Évora, em Portugal durante sua viagem de 2015.

E você, o que fez em suas férias? Compartilhe com a MC os lugares legais que visitou, que assim como o relato da Karen, pode se tornar uma super dica para marcar na agenda e ir na primeira oportunidade. Vejam!



Portugal em junho de 2015

Tive a oportunidade em 2015 viaja para Portugal e conhecer familiares que residem neste país.  Aproveitamos para conhecer várias cidades passando pela costa portuguesa de Setubal à Viana do Castelo e também mais adentro: Leiria, Tomar e Évora.
Aproveitando tudo de bom deste país encantador, fiz registros fotográficos que se pudesse colocaria todas as fotos de um olhar apaixonado pela música, gastronomia, cultura e dentre outros.

Compartilho as fotos das bibliotecas que me apaixonei tanto pelos ambientes e pelos profissionais que nos receberam com tanto acolhimento.



Biblioteca Municipal Viana do Castelo
A criação da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo remonta à segunda metade do século XIX. Todo o mobiliário da Biblioteca foi desenhado pelo arquiteto Siza Vieira.


FRENTE DA BIBLIOTECA

    VÃO DO PRÉDIO - onde a iluminação natural percorre na área interna.

 PORTA DE VIDRO – entrada da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo

                           ARQUIVO DESLIZANTE - parte interna da Biblioteca, boa parte do
                        acervo são doações de escritores e padres importantes da região.

  PARTE INTERNA DO ARQUIVO DESLIZANTE

SALA DOS BIBLIOTECÁRIOS

SALA DOS BIBLIOTECÁRIOS - Livros em processamento técnico

BIBLIOTECA - parte interna, ao lado esquerdo é o acervo com teve para ver DVDs e ao lado direito é o laboratório digital.

 SALA DE ÁUDIO E TV 

          BIBLIOTECA - parte interna com exposição dos livros nas estantes e a claridade
          natural saindo do teto e janelas laterais. 

CATALOGAÇÃO DOS LIVROS - Utilizado CDU com etiqueta eletrônica.

BEBETECA - ocorre contação de histórias infantis e recebem as escolas da 
                     região. 

BEBETECA - espaço de brincadeiras.

BALCÃO DE INFORMAÇÕES - onde informe sobre as atividades na
                      Biblioteca e eventos em gerais.

ENTRADA E SAÍDA DA BIBLIOTECA - com sistema magnético.


ÉVORA

Uma cidade encantadora com suas vilas estreitas e vários caminhos interessantes como bares aconchegantes e restaurantes típicos, e são também conhecidas por ser a cidade dos universitários.
E para não deixar de fora nossa área fui contemplar a Biblioteca Pública de Évora, onde fomos bem recebidos, porém tem o modo antigo de agir internamento a solicitação constante de Silêncio.

BIBLIOTECA PÚBLICA DE ÉVORA

BIBLIOTECA - parte interna para entrada ao acervo

SALA DO ACERVO – porte de entrada e lado interno

ACERVO DE OBRAS RARAS - as estantes são originais com seus números romanos na identificação para localizar os livros que eram catalogados em ordem numérica.

  ACERVO DE OBRAS RARAS - pintura original em madeira com imagem do Frei Manuel do Cenáculo 1805 onde ordenou a criação da biblioteca em 1811.



OBRAS RARAS - livros do século XVIII e alguns ainda com telas antigas de proteção. A bibliotecária conta que há livros da época medieval e que só podem consultar pesquisadores e padres.


Parte da biblioteca onde houve restauração do prédio e ambiente interno as salas com acervo atualizado.

PLACA DE INAUGURAÇÃO -  depois da reforma e atualização do acervo

IDENTIFICAÇÃO DA UTILIZAÇÃO INTERNA – à esquerda identificação da ordem numérica nas estantes e à direita não guarda os livros.

PARTE INTERNA DA BIBLIOTECA Novo acervo e restauração do ambiente.


IDENTIFICAÇÃO NAS ESTANTES E LIVROS - classificados em CDU

SETOR INFANTIL 

quarta-feira, dezembro 19, 2018

Aconteceu na FaBCI: Semana de apresentações de TCCs

Entre os dias 10 e 13 de dezembro foram realizadas as bancas de TCCs das turmas de Biblioteconomia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Os temas estavam interessantíssimos! Confira as fotos do evento e o resumo de alguns trabalhos!

Fonte: Comunicação FESPSP


Matutino

Beatriz Santos Pereira
O desenvolvimento neurológico e cognitivo em crianças de 0 a 6 anos em relação ao espaço Bebeteca

Fonte: Comunicação FESPSP

Resumo: Esta pesquisa trata da utilização da Bebeteca como instrumento para auxiliar o desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos de forma que esse espaço contribua para a formação de um novo leitor em potencial, acompanhando desde a infância a vida adulta. Assim nessa pesquisa conceituados quais as diferenças entre biblioteca temática, biblioteca infantil e bebeteca, uma breve explicação do que é a primeira infância, desenvolvimento neurológico e cognitivo. A fim de atender os objetivos específicos l, realizamos algumas visitas a Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, para acompanhar a realização de atividades para essa faixa etária abordada na pesquisa, além de uma entrevista para entender qual era o pensamento dos profissionais que atuam na área da primeira infância. Dessa maneira, constatamos que a utilização desse espaço bebeteca contribui de forma significativa para o desenvolvimento das crianças frequentadoras, auxiliando em sua interação social, criatividade e até podendo contribuir para a frequência ativa de um leitor em potencial, desde dia infância até a vida adulta.



Cristiane de Santana Silva
Catalogação de jogos eletrônicos em mídias físicas e digital de acordo com o AACR2r

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Apresenta o tratamento da informação em jogos eletrônicos, usando o jogo The legend of Zelda da empresa Nintendo, com objetivo de verificar se a representação da informação desse tipo de recurso eletrônico é atendido pelo Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2r), para elaboração de fichas catalográficas. Em seu primeiro capítulo é abordado o conceito e histórico da catalogação, juntamente é apresentado o AACR2r, objeto de estudo deste trabalho. Logo após é apresentado o conceito de jogos eletrônicos, e como surgiu o primeiro jogo eletrônico, junto com o histórico evolutivo da empresa Nintendo abordando a evolução dos consoles e jogos, tendo como seguimento temporal a franquia de jogos The legend of Zelda. Abordou o capítulo de representação de recursos eletrônicos para uso posterior na aplicação dos modelos de fichas catalográficas para jogos eletrônicos. Tendo como resultado, a conclusão da elaboração dos exemplos de fichas, visando demonstrar a forma de catalogação de jogos eletrônicos a partir do AACR2r nesta área que ainda e tão pouca explorada, concluindo assim o resultado final deste trabalho.



Guilherme Bessa
Taxonomia e folksonomia na recuperação de jogos digitais: um estudo da possível aplicação de um sistema híbrido na plataforma Steam

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Os jogos digitais ganham espaço cada vez maior com o avanço das tecnologias e do acesso a tais conteúdos, aumentando consideravelmente o número de obras existentes que necessitam ser organizadas e catalogadas para posterior recuperação. Em virtude da organização insuficiente dos termos aplicados pelos usuários a jogos na plataforma Steam e da carência de estudos voltados para a Folksonomia, propõe-se uma investigação da sua possível aplicação em conjunto com outros sistemas de organização, como as Taxonomias. Objetiva-se, portanto, explicitar, por meio de revisão bibliográfica, os conceitos de Organização e Representação do Conhecimento, Folksonomia e Taxonomia, além de contextualizar o universo dos vídeo games e a plataforma utilizada como base, por meio de pesquisa exploratória. A coleta e análise de dados relacionados aos usuários, bem como a realização de uma entrevista com um dos desenvolvedores do software, contribuem para a validação de posicionamentos e dúvidas ocasionados pela investigação. Por fim, verifica-se que a execução de um sistema híbrido é viável em um ambiente permeado pela interação entre seus usuários, desde que haja certa mediação por profissionais capazes de aplicar os conceitos abordados na pesquisa.



Ingrid Passos
Infoeducação como prática colaborativa no processo de empoderamento da mulher negra
Fonte: Comunicação FESPSP




Resumo: Discutindo os conceitos de Sociedade da Informação e Sociedade do Conhecimento, bem como as consequências dos desenvolvimentos das tecnologias da informação e comunicação, o trabalho relaciona os estudos da Infoeducação com as questões ligadas ao empoderamento feminino. Busca-se compreender como as práticas infoeducativas podem contribuir com o processo de empoderamento feminino, por meio da apropriação das informações por parte das mulheres negras participantes do Clube Negrita. Idealizado por Bruna Tamires, o Clube Negrita incentiva a leitura de autores negros, além de proporcionar o letramento dos participantes. Com abordagem descritiva, a pesquisa apresenta as especificidades do Clube Negrita, bem como as práticas abordadas nos encontros. Proporciona uma análise conceitual de Feminismo Negro relacionado às intersecções de Raça e Gênero, e discute sobre empoderamento feminino. Foram realizadas observações diretas e análise qualitativa dos dados coletados por meio de questionário, de forma a identificar a contribuição do Clube Negrita para o empoderamento das mulheres negras participantes. As práticas infoeducativas devem ser desenvolvidas pelos infoeducadores, que são profissionais envolvidos com as questões ligadas à problemática do protagonismo cultural e à apropriação simbólica da informação. Os resultados mostraram que o Clube Negrita, por meio de suas ações, se apresenta como um dispositivo informacional que permite o empoderamento das mulheres negras por meio da infoeducação.


Ivonelde Sepúlveda Teixeira
A Biblioteca de um livro só: um olhar sobre a classificação na biblioteca do Museu da Bíblia


Fonte: Comunicação FESPSP





Resumo: O trabalho compreende o processo de classificação do acervo de um único tema – a Bíblia – na Biblioteca do Museu da Bíblia (MuBi). Os objetivos compõem quatro aspectos que concorrem para o entendimento da classificação realizada na Biblioteca do MuBi, sendo: primeiro,  a Bíblia, sua estrutura, línguas nas quais foi escrita originalmente e obtendo informações sobre suas primeiras traduções; segundo, situa a instituição mantenedora da Biblioteca do MuBi, sua origem e filosofia de trabalho, bem como apresenta a fundação do MuBi e sua ligação com a Biblioteca; terceiro, informa sobre  a Biblioteca do MuBi, sua formação, peculiaridade e finalidade; quarto, conceitua a classificação, apresentando suas etapas e descrevendo a CDD histórica e estruturalmente, convergindo para sua aplicação no acervo de um único tema na Biblioteca do MuBi. Estes quatro aspectos foram levantados a partir de pesquisas bibliográficas e observação das práticas realizadas na Biblioteca do MuBi, que, consequentemente, evidenciaram a importância atribuída aos idiomas presentes nos itens do acervo e a ligação indissociável entre o assunto, Bíblia, e o idioma em que está escrito. Simulações de buscas feitas no sistema da Biblioteca do MuBi revelaram que a classificação ali aplicada é eficiente, mas requer uma atenção especial no tocante às porções bíblicas, pois, em alguns casos, esses itens recebem apenas o nome do idioma e o tombo no seu número de chamada.


Luca Germano Neves
Uma proposta para a reformulação do catálogo da plataforma Pokédex a partir do padrão de metadados Dublin Core
Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: A presente pesquisa propõe uma padronização da plataforma Pokédex dentro dos jogos da franquia Pokémon por meio do já consolidado Padrão de Metadados Dublin Core. No desenvolver do trabalho foi conceituado o tema metadados, sua estrutura e significado, além também do que são, quais os principais exemplos de Padrões de Metadados e porque o Dublin Core foi considerado mais adequado para a plataforma Pokédex. Para o leitor não familiarizado com o tema serão apresentados os principais conceitos dos jogos da franquia Pokémon, desde de sua criação até sua mecânica, descrever o que são as criaturas chamadas de pokémon e como funciona a sua catalogação dentro da plataforma Pokédex que está inserida nos jogos. A pesquisa foi realizada por meio de um levantamento bibliográfico que tomou como base principalmente a própria plataforma Pokédex e as principais bases de dados da comunidade Pokémon da internet. A motivação da pesquisa é propor uma descrição que torne informações essenciais para o desenvolvimento de jogadores que participam de torneios profissionais acessíveis dentro do próprio jogo, informações que até então só estão disponíveis por meios externos devido à falta de um padrão organizacional interno dentro da própria Pokédex.



Rebecca Christine Victorino Barbosa e Thainá Machado
Biblioteca pública como agente de protagonismo juvenil através do letramento digital: análise do programa Conecta Biblioteca

Fonte: Comunicação FESPSP



Rosângela P. Batista
A divulgação científica e a democratização do acesso ao conhecimento: conhecer para atuar


Fonte: Comunicação FESPSP



Resumo: São apresentados alguns conceitos da divulgação e da comunicação científica, localizando-os dentro do campo da chamada difusão científica, que engloba tanto aquela orientada para especialistas como a para o público leigo. Apresentou-se um painel sucinto da história da divulgação científica, para demonstrar sua importância nas mídias impressas e, mais recentemente, nas digitais, assim como em universidades e museus.  Pretendeu-se, com isso, chamar a atenção do profissional bibliotecário para essa área, muitas vezes associada somente aos cientistas e aos profissionais da Comunicação Social. A pergunta que se buscou responder foi se o bibliotecário conhecia e poderia atuar na área de divulgação científica, colaborando para a inclusão social e a democratização do acesso ao conhecimento.


Noturno

Marina Chagas Oliveira
User Experience (UX) em Bibliotecas Universitárias Internacionais



Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Busca observar se o uso da User Experience (UX) em bibliotecas universitárias internacionais garante papel ativo do usuário em relação à biblioteca, quanto a mudanças em seus serviços e estrutura. No levantamento bibliográfico, são fornecidos os conceitos de biblioteca universitária e preceitos sobre User Experience, a partir da análise de quatro bibliotecas universitárias: University of North Carolina at Charlotte, University York, University of Fresno e University of Cambridge. As instituições afirmam utilizar a UX integrada ao estudo etnográfico, conforme definidos por Priestner e Borg em sua obra: User experience in libraries: applying ethnography and human-centered design. Como resultado, percebeu-se que a aplicação da User Experience e os métodos do estudo etnográfico, identificaram sugestões, opiniões e hábitos dos usuários na unidade de informação. Concluiu-se que a UX garante ao usuário protagonismo na unidade de informação por sua opinião, hábitos e uso do espaço, pois as propostas sugeridas por eles, em conjunto com a aplicação e apuração dos resultados do estudo etnográfico, promoveu mudanças concretas na biblioteca universitária.


Jefferson André de Jesus Corredor
Diretrizes para o funcionamento de makerspaces de bibliotecas

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Trabalho tem como tema makerspaces de bibliotecas, objetivando propor diretrizes para o funcionamento desses locais, ao definir as características do fenômeno Movimento Maker e dos makerspaces, analisando seus serviços, agentes, produtos e dinâmicas e articulando-os à abordagem da Nova Biblioteconomia, por meio de pesquisa de tipo exploratória, revisão bibliográfica e estudo quantitativo e qualitativo. Em decorrência das mudanças socioeconomicas que convergiram ao Movimento Maker, que se baseia no fazer amador, na aprendizagem ativa, na colaboração, no compartilhamento, na realização pessoal e na interdisciplinaridade, a biblioteca incorpora na atualidade makerspaces, mistura de oficina, estúdio, laboratório e sala de aula, que se estabelecem como locais que favorecem a criatividade,  a criação concreta e a aprendizagem, matéria da Nova Biblioteconomia, abordagem que fornece ferramentas teóricas para bibliotecas focadas em demandas mais amplas da comunidade, não apenas aquelas relacionadas a suportes informacionais. Conclui-se que, além da gestão de recursos humanos e materiais, utilizando sistemas integrados orientados à comunidade, é relevante a inclusão, nos makerspaces de bibliotecas, de valores ligados ao Movimento Maker.


Lucilla Pereira Simonsen Santos
Product Owner: mapeando competências técnicas e habilidades do bibliotecário

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: O espaço profissional atual tem sofrido grandes mudanças e proporcionando um enorme leque de novas possibilidades de atuação. As empresas de tecnologia são as que mais têm inovado nesse sentido, criando novos espaços que podem ser percebidos como opções para o bibliotecário. Este trabalho explora, através de uma pesquisa bibliográfica, quais as competências técnicas e habilidades o Bibliotecário de nível bacharel possui, e quais precisa adquirir, para atuar no mercado como Product Owner. Á partir da reunião de dados qualitativos, apresenta um mapa conceitual contendo as técnicas e habilidades compartilhadas entre os dois perfis.



Elaine Alves Barbosa
Catalogação de objetos museológicos do Museu de Saúde Pública Emílio Ribas

Fonte: Comunicação FESPSP

Resumo: Analisa a contribuição da Biblioteconomia e da Museologia no processo de documentação museológica com foco na catalogação de objetos museológicos. Contextualiza o cenário histórico do bairro do Bom Retiro e do antigo Desinfectório Central do Estado de São Paulo, até se tornar o Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, demonstra a constituição de seus acervos arquivístico, bibliográfico e museológico. Conceitua os termos Documentação, enquanto disciplina, documentação, enquanto atividade realizada para gestão de acervos, documento, objeto de museu e catalogação. Descreve através de pesquisa descritiva e exploratória as análises teóricas, a importância institucional e social do acervo museológico e seus objetos, estimulando o seu devido tratamento para que a missão e objetivos de preservação, pesquisa e difusão sejam mantidos e assim a informação histórica e social desse acervo seja disseminada. Propõe uma ficha catalográfica com campos, contendo descrição e indicação de base teórica para ser usado na constituição de um futuro banco de dados institucional.


Luciane SantessoSâmea Maria Carlos
Desenvolvimento de coleção em duas bibliotecas prisionais do Estado de São Paulo

Fonte: Comunicação FESPSP

Resumo: A pesquisa analisa o acesso à informação em bibliotecas prisionais, especificamente em duas unidades de presídios femininos da cidade de São Paulo, por meio de uma abordagem qualitativa a qual tem como instrumento para a coleta de dados a pesquisa de campo, por meio da aplicação de questionário semi-estruturado nas duas unidades, analisando o processo de desenvolvimento de coleções das presentes unidades no sistema prisional feminino da cidade de São Paulo, com o objetivo de verificar se há à disposição das reclusas obras com assuntos relacionados a direitos humanos e cidadania. A implementação de bibliotecas prisionais se faz necessário como contribuição para o acesso à informação e ao conhecimento incentivo à leitura, possibilitando às mulheres privadas de liberdade, o crescimento educacional, social e cultural, como também terem mais oportunidades após o retorno ao convívio social, dando-lhe novas perspectivas de vida, considerando a informação como uma poderosa ferramenta de transformação no cárcere. Conclui-se que as bibliotecas prisionais são de fundamental importância nesse processo de ressocialização das internas, colaborando de modo efetivo para a melhoria da vida das apenadas durante e após esse momento de privação da liberdade.




Karen Velocini Luciano e Matheus Gueto Hernandez Pupo Nunes
O Núcleo de Documentação e Pesquisa do Departamento do Patrimônio Histórico: um estudo descritivo

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Este trabalho aborda o funcionamento, com foco em serviço de referência, do centro de documentação do NDP. Foi estabelecido um parâmetro de pesquisa descritiva do centro de documentação do NDP para aprofundar o entendimento do funcionamento e relevância da Biblioteca para a área de patrimônio histórico e cultural na cidade de São Paulo. Primeiramente foram elucidados os conceitos gerais de patrimônio histórico e cultural, biblioteca especializada, centro de documentação e serviço de referência. Em seguida foram delineados a natureza e funcionamento do DPH. Por fim iniciou-se a pesquisa do centro de documentação do NDP, baseando-se em pesquisa bibliográfica e pesquisa mista. A pesquisa mista foi realizada por questionário aberto, entrevista estruturada e levantamentos de dados estatísticos do funcionamento do centro de documentação do NDP. Com base nas pesquisas realizadas, bibliográfica e mista, foi possível notar uma evolução do atendimento e movimento de usuários no centro de documentação. Foi possível perceber a influência positiva dos serviços biblioteconômicos no centro de documentação que dão maior visibilidade para o DPH e o estudo do patrimônio histórico e cultural.




Fábio Pereira Rosa
Bibliófilos: seu papel social na preservação da cultura impressa

Fonte: Comunicação FESPSP

Resumo: Trata do papel social da bibliofilia enquanto preservadora da cultura impressa. Por meio de pesquisa bibliográfica, a presente monografia procura traçar o percurso histórico do livro desde a antiguidade até o momento presente, enfatizando a evolução tecnológica por que passaram os suportes e a relevância de sua materialidade enquanto objeto físico. Discorre sobre a prática do colecionismo e as características dos colecionadores, bem como a contribuição do colecionismo de livros para a sociedade como salvaguarda do conhecimento. Conceitua a bibliofilia, diferenciando-se o termo de outros usados erroneamente como sinônimo. Relaciona critérios para a definição de obras raras e apresenta algumas associações de bibliófilos brasileiras e alguns bibliófilos do país. Destaca a bibliofilia presente em obras de ficção. Discute a importância de se preservar o conhecimento através dos livros, acentuando o papel fundamental da bibliofilia na preservação de obras raras. Analisa a contribuição dos bibliófilos para a preservação do livro como objeto a partir do tratamento especial por eles dedicado aos livros. Examina as vantagens da digitalização das obras para a disseminação do conteúdo das mesmas. Constata-se o papel social exercido pelo bibliófilo no ato de reunir e preservar certa coleção de obras raras em sua biblioteca particular, possibilitando-se, a partir daí, a recuperação e disseminação de uma determinada área do conhecimento, de importância histórica e cultural, ali contido.


 Camilla Hatzlhoffer  de Souza  
Biblioteconomia: depressão, suicídio e os 13 porquês 

Fonte: Comunicação FESPSP

Resumo: A partir do estudo do livro “Os 13 porquês”, título original em inglês, “13 Reasons Why” (2009), escrito por Jay Asher, este trabalho de conclusão de curso pretende investigar se tal obra, utilizada como material de apoio à biblioterapia, pode auxiliar os jovens em sua busca por ajuda contra a depressão. Dessa forma, apresentamos a definição de biblioterapia, além de seu histórico e de suas aplicações. Também explicamos qual é o papel do bibliotecário na biblioterapia e como as suas competências podem ser úteis para auxiliar esta prática. Nos capítulos seguintes abordamos os conceitos de literatura infantojuvenil, depressão e suicídio. Com a aplicação do questionário, coletamos dados a fim de promover uma discussão de como a depressão e o suicídio podem ser abordados em um livro voltado para esse público infantojuvenil. Além disso, montamos e relatamos uma sessão de biblioterapia, a fim de verificar se o livro em questão ajudou os participantes frente às questões levantadas e trazidas pela obra. Com isso, constatamos que a biblioterapia é uma prática pouco conhecida pela sociedade e que poderia ser mais utilizada para auxiliar pessoas que estejam precisando de ajuda, além de ser uma área na qual o bibliotecário pode atuar com competência.


Marina Luiza Maschietto
Bibliotecas públicas e agenda 2030: um estudo das práticas do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo

Fonte: Comunicação FESPSP



Resumo: Neste trabalho de conclusão de curso nos utilizamos das bibliotecas públicas do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo para investigar a aplicabilidade da Agenda 2030 desenvolvida pela ONU propondo um estudo sobre quais ações tais bibliotecas públicas estão desenvolvendo para atingir os 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável. Assim, nesta pesquisa construímos um histórico mundial e brasileiro sobre Bibliotecas Públicas trazendo seus conceitos, apresentando o Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo, as 51 bibliotecas dos bairros, sua descrição, história e localização  apresentando, ainda, a Agenda 2030. A fim de atender o objetivo geral desse trabalho, elaboramos questionários que foram aplicados nas bibliotecas públicas e respondidos por seus bibliotecários como forma de entender qual é o conhecimento dos mesmos sobre a Agenda 2030 e quais ações estão sendo tomadas para cumpri-la.

Mariane Galvani Hernandes  
O meme como instrumento de comunicação na biblioteca

Fonte: Comunicação FESPSP


Resumo: Trata do meme como instrumento de comunicação numa biblioteca, e qual a sua importância para os novos parâmetros de biblioteca na atualidade. Define-se e conceitua o termo meme por meio de literatura, o que estrutura sua origem e quais foram as etapas até o meme que conhecemos hoje na internet. Para entendermos o meme como signo é utilizada a semiótica para explicar o contexto de imagem e comunicação que ele representa. Também aborda a biblioteca num contexto atual, quais devem ser suas reflexões para acompanhar a constante evolução da tecnologia e o uso frequente da internet e redes sociais pelas pessoas, e com isso inova seus meios de se comunicar com seus usuários. Apresenta o resultado de uma entrevista feita com três bibliotecários, sendo dois escolares e um de biblioteca pública, responsáveis pela comunicação nas bibliotecas no ambiente físico (nas estantes e prateleiras) e no virtual por meio da rede social Facebook, utilizando os memes. Conclui-se que é possível constatar que o meme é um instrumento de comunicação que pode ser utilizado na biblioteca para interagir de maneira rápida e com bastante clareza com informações a serem divulgadas.


Anne Ribeiro de Sousa 
Diagnóstico arquivístico como subsídio para a gestão documental: um estudo de caso  na ANALAC

Fonte: Comunicação FESPSP


Anna Carolina Bittencourt Russo
Hospital do Livro: relato de um projeto com crianças na Biblioteca Pública Municipal "Dr. Rafael Paes de Barros"

Fonte: Comunicação FESPSP


Cristiane Mitiko Kusumoto
A importância dos registros históricos e principais causas de deteriroração e perda

Fonte: Comunicação FESPSP



Érico Rodrigues Costa
Biblioteca Universitária: um relato de experiência na biblioteca Senac Santana

Fonte: Comunicação FESPSP



Priscilla Leme Requena
Bibliotecário empreendedor cultural: uma análise e reflexão

Fonte: Comunicação FESPSP



Amanda Rebecchi e Ana Paula Rebecchi
O incentivo à leitura nas periferias da Zona Norte do Município de São Paulo

Fonte: Comunicação FESPSP



Zaida Carolina Pinheiro Alves
Biblioteca  Escolar: Um diálogo possível com o ensino-aprendizagem na Educação Básica


Fonte: Comunicação FESPSP


Watusi Ferreira e Suziane de Assis Reis Kubagawa
A relação entre a prática da leitura pelos pais na fase gestacional e o desenvolvimento de um possível

Fonte: Comunicação FESPSP


Sofia Herce Czank 
Acondicionamento e armazenamento de acervo bibliográfico: nas publicações técnicas

Fonte: Comunicação FESPSP


Jaciara Maria de Jesus Oliveira
Os coletivos feministas como mediadores da informação e cultura: uma incursão nos "Espaço Marciana e “Sementeiras de Direitos"

Fonte: Comunicação FESPSP


Renato Reis
You tube: uma análise exploratória a partir da experiência do usuário e da taxonomia

Fonte: Comunicação FESPSP


Santiago Viana Laranjeira
Mapas conceituais para ampliar a aprendizagem nos processos e atividades da organização e representação do conhecimento

Fonte: Comunicação FESPSP



Parabéns alunos, orientadores e bancas! Excelente trabalho! 
Agora é só relaxar e aproveitar as merecidas férias!