terça-feira, abril 25, 2017

#PorqueEscolhiBiblio


E a série: #PorqueEscolhiBiblio desta semana temos o aluno Cristiano Santos do 1º Semestre/Noturno nos contando sobre sua história com a Biblioteconomia e a FaBCI. Confiram!!! 





Lembro-me de períodos de dias quentes em que minhas irmãs precisavam fazer trabalhos escolares e me levavam para Biblioteca Municipal Maria Salomé Soares, a primeira que tive contato. Lembro que lá eu sentava e ia direto para os gibis, e ficava encantado com aquele mundo de palavrinhas e desenhos que estavam naquelas páginas, algumas já amareladas pelo tempo, afinal, eram material de doação. Mesmo sem saber ler, já tinha o gosto pelos livros e agradeço minha família por ter me orientado dessa forma.

Nos próximos anos, minha vida acadêmica pediu que eu continuasse a frequentar a biblioteca para fazer meus trabalhos, e o amor ao centro de cultura que eu participava era único.

Quando fiz minha primeira carteirinha de usuário entrei em frenesi. Podia pegar livros emprestados. E o primeiro que peguei emprestado foi “O Reverso da Medalha” de Sidney Sheldon. Lembro que minha irmã pegava alguns livros para mim, e o primeiro que li, antes de ser usuário assíduo de uma biblioteca, foi “O Caso dos Dez Negrinhos” de Agatha Christie.

Logo tive amor à primeira vista. Era aquele lugar que queria poder fazer parte… e sempre passava o tempo nas bibliotecas, a “Maria Salomé Soares” em Barueri, “Monteiro Lobato” em Osasco, a “Mário de Andrade” em São Paulo e a “Mário Schenberg” na Lapa, São Paulo. Mal sabia que futuramente seria um profissional da área.

Engraçado foi, que de tantos saberes, eu acabei enveredando por outros caminhos do conhecimento antes da Biblioteconomia: Matemática, Comércio Exterior, Relações Internacionais, Ciências e Humanidades e Sociologia.

Com esse último foi quando eu tive acesso ao curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP, logo durante minha graduação em Sociologia e Política nesta mesma escola. Este lugar que me acolheu, onde eu poderia ser filho da santa, mas escolhi ser filho da outra, parafraseando a canção. E ingressei no curso me lembrando de todos os momentos felizes que passei em uma biblioteca: pequena, pública e municipal que narrei no início desta história.

Doravante tive apenas momentos de felicidade: normalização documentária, fundamentos de biblioteconomia, tipologia dos serviços de informação! Um mar de conhecimento que gera conhecimento e acesso à informação. Um deslumbramento sem fim, um prazer indescritível poder ler Milanesi, Edson Nery da Fonseca dentre outros…

Esta é a minha história de apaixonamento com o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Uma história que pode parecer um pouco truncada no começo, mas que tem se tornado como única e amável a cada dia que participo de uma aula e desenvolvo meu conhecimento na área. É simplesmente paixão!

Agradeço à Monitoria Científica o espaço para narrar minha história.



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